Zé Maria e banda

O show “José canta Josés” faz uma homenagem musical e afetiva a grandes compositores e intérpretes brasileiros que compartilham o nome José — artistas que marcaram a história da MPB e do imaginário popular.

No repertório, canções de Zé Ramalho, Zeca Baleiro, Zé Keti, Dominguinhos, José Augusto, Zé Geraldo, entre outros, apresentam vertentes da música brasileira como samba, forró, canções românticas e pop.

O show propõe uma celebração do legado desses Josés que cantaram o Brasil, com alguns arranjos novos, além de curiosidades e histórias sobre os compositores e suas canções, enriquecendo a experiência do público com informações que conectam parte das músicas à trajetória de seus criadores.

Sinopse visando divulgação ao público:
O show faz uma homenagem a grandes compositores e intérpretes que compartilham o nome José, como Zé Ramalho, Zeca Baleiro, Zé Geraldo e Dominguinhos. A apresentação é entremeada por curiosidades e histórias sobre os artistas e suas canções.

Duração:
1h15, sem intervalo.

José canta Josés

Concepção Artística

“José canta Josés” tem a direção artístico-musical de Fagner Rodrigues e nasce da ideia de reconhecer e reinterpretar o legado de artistas que, além do nome, compartilham uma profunda ligação com a canção brasileira e sua poesia.
Com 1h15 de duração, o espetáculo traz arranjos que transitam entre o acústico e o popular, explorando timbres de violão, bateria, baixo e teclado, visando uma comunicação direta com o público.
Durante o show, o artista compartilha
histórias e curiosidades, como:
Zé Ramalho: paraibano de Brejo do Cruz, cresceu entre o forró e o repente, misturando o regional nordestino com o místico e o psicodélico. Sua famosa “Avôhai” nasceu de uma experiência espiritual em homenagem ao avô. Já “Chão de Giz” foi escrita em uma pensão em João Pessoa, após o término com uma mulher com quem viveu uma relação intensa e conturbada.
Zeca Baleiro: Zeca compôs a música “Telegrama” inspirado num e-mail que recebeu de uma amiga. Ele achou bonito o jeito conciso e direto da mensagem — “telegrama sentimental”. Zeca disse que a letra é uma “mistura de fofura e ironia”, um jeito de falar de amor sem ser meloso. “Flor da Pele” é um de seus maiores sucessos, virou tema de novela da Globo (A Indomada, em 1997) e é considerada por muitos críticos como uma das melhores letras da MPB dos anos 1990.
Dominguinhos: “Pedras que Cantam” (1992). A inspiração são as formações rochosas do sertão de Pernambuco — especialmente de onde ele veio, Garanhuns. A ideia das “pedras que cantam” é metáfora da resistência e poesia do povo nordestino. Dominguinhos disse que chorou ao ouvir o arranjo final, porque se sentiu “voltando pra casa, pro chão de onde veio”.
Zé Geraldo: Cidadão” (1979) – Composta por Lúcio Barbosa, um pedreiro que trabalhava construindo o prédio da TV Cultura em São Paulo, em 1974, ou seja, é uma história literal, ele realmente ajudou a construir e escreveu a canção como um protesto poético.

Repertório

Zé Ramalho: Chão de Giz, Sinônimos, Garoto de Aluguel, Entre a Serpente e a Estrela, Avohai
José Augusto: Aguenta Coração, Fui Eu, Sonho por Sonho
Zé Geraldo: Cidadão, Senhorita
Pot-pourri José Rico, Zezé de Camargo e Odair José
Dominguinhos: Eu Só Quero um Xodó, Pedras que Cantam
Zeca Baleiro: Lenha, Telegrama, Flor da Pele
Zé Keti: Eu Sou o Samba e Máscara Negra

Ficha Técnica

José Maria Guirado – voz e violão
João Pazzini – baixo
Luiz Jardim – teclados e arranjos
Mauro Tadeu - bateria
Direção Artística: Fagner Rodrigues
Fotos: Ruy Barbosa Jr.
Produção: Rendah Produtora

Minibio

José Maria Guirado é cantor e violonista, natural de São José do Rio Preto/SP. Com mais de 40 anos de experiência na música, é reconhecido pelo timbre grave e repertório que difunde e valoriza a música popular brasileira. Foi diretor musical da Cia Cênica, de Rio Preto/SP, e já apresentou seus shows em unidades do Sesc, instituições culturais e inúmeras casas noturnas.

Fagner Rodrigues é formado pelo curso livre da Universidade Livre das Artes ULA/FAPERP Rio Preto. Orientador do Programa de Qualificação em Artes módulo Grupo Orienta Grupo. Curador do Janeiro Brasileiro da Comédia (2018) e da Mostra Cênica Resistências (2019-2014). Fundador e integrante da Cênica, foi premiado como diretor em festivais nacionais e internacionais.

Necessidades Técnicas

⦁ Palco mínimo: 5m x 4m
⦁ Sistema de som com 4 canais de retorno de palco
⦁ Microfones: 2 vocais, 1 para violão, 1 para teclado, 2 para percussão/bateria
⦁ Iluminação básica quente, com foco central e laterais (a banda não leva técnico de iluminação)
⦁ Rider técnico detalhado e mapa de palco disponíveis sob solicitação